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luciana

você enterrou o riso na gramase escondeu da água, dos regadores,das sementes.manteve os pés nas plantas rentes ao chãocomo também fizeram os pés de sua avóa soleira sem sol confinapoderosos desejos. a cama, a cômodafantasmas e tragédias sociais se repetem.o kansas, a klan não podem ser o mundo.ainda há a prenhice do novo. se você […]

14. lucas

I. Cantiga Nas ondas da praiaNas ondas do marQuero ser felizQuero me afogar. Nas ondas da praiaQuem vem me beijar?Quero a estrela-d’alvaRainha do mar. Quero ser felizNas ondas do marQuero esquecer tudoQuero descansar. Manuel Bandeira II.Caixeiro Viajante – Vinny Santa Fé III.Teia Teia outra. Aranha que se escondeuou se foi. Entre dois fios de arame […]

michelle

uma mulher sobe a ruaimune ao alaranjado da tardeaos tufos de cidreira nas calçadas. crianças e cães cruzam seu caminhorumam para os painéis luminososque circundam rios, estradaseles acreditam nas luzesna combustão das matasnos aromas doces, vapores quentesque aquecerão a futura noitedesejos em néon, eles sonham. ela é gueixa nos clowsa vida e a veste lisaem […]

13. eva

I.sete chaves Vamos tomar chá das cinco e eu te conto minha grande história passional, que guardei a sete chaves, e meu coração bate incompassado entre gaufrettes. Conta mais essa história, me aconselha como um marechal-do-ar fazendo alegoria. Estou tocada pelo fogo. Mais um roman à clé?Eu nem respondo. Não sou dama nem mulher moderna.Nem […]

bruno

o amor começa no segundo atoquando se atravessa a ruapara afanar o cãoe cozinhar tigelasde favadaa desconhecidos as distinções, as dominações,o colorismoarrebatam a pelee as mãos entre o cinzae a desordem dos prédiosgemem com os ossos tenrosem ruas sem orientação se você sujar os pésna cozinhacontaminar-sedo pódo coentropode aprendero duplo cantarna ponta espaldadadas favas Esse […]

aquário

redoma de cristallíquido espaçomostra em espera bojudo seio reversode finas paredes em azul-poetaguarda mariscosrochas coraiso pouso frio das mãosdigitais femininasque buscam a temperatura tropical os olhos cortinamdistantesquanto a luz do sol lhe atravessaem êxtase peixes, cavalos marinhosalgasem errância em você,a água do mar descansa

12. giovana

I.Meu caminho – Flora Matos II.Questão de método não sei mais um ballantinesou ciências sociais? Ledusha III.Segunda-feira Respiraenquanto amaldiçoamos a sortee vagamos sem rumopor avenidas superfaturadas. Perduraenquanto marcamos compromissoscom desconhecidose festejamos o que quer que sejapor questão de sobrevivência. Imersano espaço não identificadode um sopro,entre uma e outraresolução de emergência,a insone estrela de fogo. Onde […]

mariana

o sucesso da receita vemde ingredientes frescose da chuva no fim da tardeaquela que fazflorescer a quaresmeira a mistura dos líquidos precisada temperatura das mãosfrias sobre a colheraquela que sabedesenhar o infinito ao fogo, a sentinela das formas suspiro quente em ponte leitosacorpo & massa tramadafermentação quem guarda a receita?a tarde mantém segredose resta a nósa sorte […]

11. ana b.

I.vai quebrando – heavy baile II.monster university III. IV. […]No necesito comprar, ni drograrme, ni contaminar el planeta usando walkmans a pilas, ni votar por un presidente dispuesto a reformar el Estado, ni distinguirme socialmente de los demás. No tengo ningún interés en el salario universal. La contemplación de las obras de arte acaba com […]

andréa

é bonito ver as crianças correndo ao longo do gradil, os braços como asas de avião e as mãozinhas vão tocando cada aresta verde, barulhando tuc tuc tuc, os lábios frouxos brum brum brum e o riso columbino. os olhos agarram os limites dos portões, dos jardins, belos e soltos, e lá se vai o […]

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